Manifesto Internet; dos jornalistas não levados a sério?

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Há muito debate que em torno do jornalismo, blogs, a internet e streaming social. É uma conversa de horas no roda viva, na Tv Cultura, nas rodas de graduação e outros por aí.

Que a internet trouxe novas perspectivas não é novidade, muito mais que jornalistas e blogueiros ainda não formataram o que junto se contextualiza à web! (?)

Certa vez, em alguns dos 7 anos atrás, a IFLA/FAIFE* trazia a público um manifesto um tanto formalista do seria a internet para todos. Sério, ao ler, me senti em um “universo muito legal, livre e para todos”. Era uma manifesto internet nos limites do social, acessibilidade e tudo mais, mas uma turma de jornalistas e blogueiros trás outro formato de manifesto:

O Funcionamento do jornalismo, hoje, 17 Constatações

Enquanto joinais decidem o que fazem com seu conteúdo, a monetização e rendimentos destes ainda ganha diversas linhas, New Yourk Times e tantos outros descobrem novos nichos, usuários de todo o mundo control-vê-e-ce conteúdo daqui e dali, o manisfetos alerta para a perspectiva de que: –  hei! o Wikipedia está aí! “os jornalistas que ignoram isto e que não querem respeitar estas capacidades não são levados a sério por estes utilizadores da Internet“**

Pelas notas do Thiago, não há nada de novo, mais uma republicação do texto lembra que muita discussão já deveria ser descartada com adesão dos novos formatos existem!

*Aprovado pelo Conselho da IFLA, em 27 de março de 2002, em Haia, Países Baixos. Proclamado pela IFLA em 1º de maio de 2002. Aprovado por unanimidade, sem discordância ou abstenções, durante a reunião do Conselho da “68th IFLA General Conference and Council”, em 23 de agosto de 2002, em Glasgow, Escócia. Tradução do original inglês The IFLA Internet Manifesto, realizada pela FEBAB – Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições

** Extraído da 17 Constatação, utilizado no blog, também, no título deste post!

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1 Commentário

  1. dudu ávila disse:

    já estou cansado desse pessoal discutir isso daí, acredito que as mídias velhas se esquecem dos novos formatos,

    foi só quando os rádios entenderam que a tv era o futuro que eles entraram e acharam novas perspectivas, parece que tudo tá se repetindo

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