Facebook estaria se tornando um serviço para serviços?

Deixar Comentário







Diego Cox no seu Reflexões Digitais v2.0 lança sua opinião sobre a disputa que “está” formada entre duas plataformas sociais, o MySpace e Facebook; numa breve leitura, resumiria o abordado na funcionalidade deste frente ao visual daquele, por ser altamente customizável por seus usuários, gerando desgaste no carregamento de páginas. Mas acredito que o Facebook, numa primeira impressão, quanto à abertura da sua API a desenvolvedores, alcança algo mais do que a funcionalidade da sua rede:

Facebook Platform:

A plataforma do Facebook esta desenvolvida sobre uma interface sólida. Sua estrutura não se restringe a um menu de opções, mas com recursos bem distribuídos com possibilidade de personalização, o que possibilita formar a sua rede de acordo com o seu interesse, o controle do perfil se dá além dos dados cadastrais. Assim, desde atualizações, o serviço ganhou força entre a comunidade social, atingindo um gama maior de usuários consolidados e fieis.

Facebook e conteúdo:

É bem verdade que no MySpace temos um série de possibilidades de colaboração de conteúdo, como vídeos, livros, música e blogs; sendo aclamado como a própria internet dentro do seus limites, mas a rede deixa a desejar pois se limita em si além da sua estrutura quanto à liberdade de personalização; aqui, acredito que milhares de novos usuários se registram no serviço, mas ponho em dúvida o quanto deles permanecem. O social networking do Facebook alcança o conteúdo referidos acima, mas os seus resultados são mais estáveis e seus usuários mais satisfeitos.

Facebook: uma rede para serviços web

O Diego está certo quando diz que a implementação de funcionalidades ricas em conteúdo trás mais um diferencial do que apenas a personalização do visual. Traduz-se em agregar conteúdo de outros serviços através de aplicações web e compartilhar com outros usuários, formando uma rede forte em que uma comunidade, com interesses de colaboração, pode ter no espaço o que ela tem na web; quero dizer que no Facebook temos mini aplicações de serviços com um “link” entre ele e a internet afora.

Penso que enquanto o Facebook abre sua API para o desenvolvimento de aplicações e incorporação de serviços da web, o Myspace restringe o conteúdo aos seu produtos, retirando dos usuários o que eles mais desejam, a implementação de aplicações da web dentro do seu espaço colaborativo, a sua rede de amigos. Exemplificando, no Facebook temos a política da web 2.0 ultrapassando os limites do próprio serviço, ou melhor, do serviço em si, quanto à colaboração de conteúdo.

Conclusão:

Surge uma dúvida: até que limite o Facebook é aberto para implementação de aplicações web? Com o seu potencial de implementação e o volume de usuários o torna um atrativo para centenas de serviços web que são lançados semanalmente desenvolverem “widgets” para a sua plataforma. O Facebook estaria se tornando um serviço para serviços, que oferece uma plataforma sólida e uma massa de usuários pronta para absorver aplicações ricas em conteúdo, talvez ele se tornaria uma página de serviços no elo de uma rede social, um filosofia semelhante, (não idêntica), às StartPages em junção da Social Web, a exemplo do Pageflakes Blizzard.

Uma análise mas cuidadosa retomaria a conversa e traria menção sobre a qualidade desta estratégia: você acredita que o título deste artigo condiz com o futuro do Facebook?

Abraços!

Artigos Relacionados:

  1. Google estaria desenvolvendo um Digg-Like A Google tem trabalhado em um novo projeto: um sistema...
  2. Facebook Traduzido para o Português!? Facebook, a segunda maior rede social do mundo, pretende lançar...
  3. Flock; feito para o Facebook e Twitter Você conhece o navegador web Flock? A empresa que o...

Pesquise por qualquer assunto abaixo





1 Commentário

  1. anonimo disse:

    Achei interessante um video sobre os perigos das redes sociais:

    http://www.youtube.com/watch?v=WtaNMpWcqDI

    Deixa que pensar.

Responder